REVISTA CINECLUBEBRASIL AGORA DISPONÍVEL NA REDE.

A partir de sua edição no. 5, a Revista CineclubeBrasil já pode ser totalmente conferida via web. Para ler, basta acessar www.cineclubebrasil.com.br e escolher a edição desejada:

CineclubeBrasil – nº 5
A entrevista de capa se rende ao charme, à simpatia, ao talento e à inteligência da cineasta cujo nome é sinônimo de cinema autoral e cuja filmografia é toda premiada: Eliane ou Lilli Caffé, como é carinhosamente chamada, nossa entrevistada. Fala das dificuldades enfrentadas para dominar a linguagem cinematográfica e reconhece a influência da formação em psicologia em seu “fazer cinema”, tanto na concepção de personagens, quanto no trato com o elenco e no trabalho em equipe, que descreve como a razão principal de seu sucesso.

O Encarte presta homenagem às mulheres que arrastaram multidões aos cinemas e que até hoje, na TV por assinatura, são líderes absolutas de audiência, as “Musas da Boca”.

CineclubeBrasil – nº 6
A entrevista de capa é com a jornalista, critica de cinema, pesquisadora e escritora Maria do Rosário Caetano, a Rô, uma das figuras mais querida e militante ardorosa da causa do cinema brasileiro. Carinhosamente chamamos de “A Filha do Cinema”, que conversou horas sem fim com CineclubeBrasil. O delicioso bate-papo com essa mulher que afirma: “80% do meu tempo eu vivo cinema, sou viciada em cinema, trabalho com cinema”, mescla uma aula de cinematografia com incomparáveis histórias de vida.

CineclubeBrasil, comemora os 8 anos do Cineclube Beco do Rato do Rio de Janeiro, discute a questão da Difusão com os cineclubes e traz no Encarte, uma homenagem aos filmes de Cangaço.

CineclubeBrasil – nº 7
A edição de nº 7 aborda a questão do “complexo de Deus”, traçando um paralelo com o do ofício do roteirista e do médico cirurgião, tendo como referência a figura do Frankenstein, um personagem da literatura que ganhou relevância no cinema e que tem merecido desta linguagem, o maior número de adaptações.

Nossa matéria de capa é uma re-edição de uma entrevista realizada com um dos cineastas brasileiros mais emblemáticos, o marginal entre marginais, como dizia o saudoso crítico Jairo Ferreira. Estamos falando de Ozualdo Candeias.

Direto de Paris, uma matéria sobre os cineclubes franceses. O Encarte não poderia deixar de fazer sua homenagem ao nosso querido Zé do Caixão.

CineclubeBrasil – nº 8
Traz na capa como entrevistado o nosso cineclubista de maior longevidade em atividade ininterrupta. A relação do professor Máximo Barro, hoje com 82 anos, com a chamada “sétima arte” é tão profunda que ele a define com as seguintes palavras: “O cinema foi tão importante pra mim e eu sou tão despudorado, que eu fiz cinema e me meti a ensinar cinema, de tanto que eu gosto de cinema”. Seus conhecimentos extrapolam análises estéticas, estilos, linguagem. Ele ama falar de cinema na sua totalidade. Seus conhecimentos se estendem à história de cada sala de exibição que existiu em São Paulo, de seus proprietários, o filme que estava passando.

CineclubeBrasil, traz matéria, que bem poderia ser um “causo” de como nos anos de 1970 e 1980, os cineclubes brasileiros entraram no país com filmes que seriam e alguns foram proibidos de serem exibidos aqui, assim como levaram para o exterior filmes brasileiros proibidos pelo governo da Ditadura.

O Encarte encarou a questão e homenageou oito cineastas mulheres.