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Cursos de Cinema com Celso Sabadin

 

  • Chaplin, Sinônimo de Cinema.
  • Hitchcock, o Homem que Sabia Demais de Cinema.
  • História do Cinema Paulista.
  • Ficção Científica, Uma Odisseia no Cinema.
  • Desenvolvimento de Olhar e Crítica Cinematográfica.
  • A Formação da Cultura Paulista e o Sucesso de Mazzaropi.
  • História do Cinema Brasileiro.
  • História do Cinema Mundial.

Todos os cursos são modulares, podendo ser desmembrados em temas e subtemas dos mais variados, atendendo às mais diversas necessidades de formatações e demandas de horas/aula.

Todos os cursos são amplamente ilustrados com exibições de trechos de filmes.

 


 

Chaplin, Sinônimo de Cinema

O Curso analisa e investiga a incrível trajetória de sucesso de Charles Chaplin.

Praticamente um sinônimo de cinema, Chaplin saiu da pobreza de Londres para a riqueza norte-americana de forma meteórica. Ator, diretor, produtor, compositor de trilhas sonoras e montador, Chaplin mudou o rumo da arte cinematográfica com ideias revolucionárias e criativas.

Durante o curso serão analisadas as diversas fases da carreira de Chaplin, o mito do cinema que jamais ganhou um Oscar de ator, nem de roteirista, nem de diretor.

Curso fartamente ilustrado com cenas especialmente selecionadas de seus curtas e longas.

 


 

Hitchcock, o Homem que Sabia Demais de Cinema

Desvende os segredos do Mestre do Suspense, dissecando a vida e a obra do autor de clássicos imortais como Janela Indiscreta, Os Pássaros, Psicose e tantos outros.

Analisando e discutindo os mais diversos aspectos da carreira de Hitchcock, o curso aborda os seguintes temas sobre o cineasta:

  • Sua formação conservadora
  • Obsessão pelo Medo e pelo Susto
  • Fundamentos de Suspense e Mistério
  • Suas Armadilhas Cinematográficas
  • Suas revolucionárias Estratégias de Marketing e Divulgação
  • A Atração pelo Psicológico
  • Seu Inacreditável Senso de Humor
  • A Atração por Técnicas Diferenciadas de Cinema
  • A Contribuição da Trilha Sonora.
  • Seu Legado e seus Seguidores.

Tudo ilustrado com trechos de filmes, tanto raridades de sua fase inglesa, como os mais famosos de sua fase americana.

 


 

História do Cinema Paulista

O tem como objetivo fornecer uma visão ampla, panorâmica e contextualizada sobre a atividade cinematográfica do estado de São Paulo, em todos os tempos.

Iniciando pela heroica fase da Era Muda, quando o cinema paulista começa suas atividades fundamentado sobre a atividade publicitária, e passando posteriormente pela fase de profissionalização dos estúdios, que tem como ponto máximo a instalação da Companhia Cinematográfica Vera Cruz.

O curso discorre sobre os problemas do Cinema Paulista vividos pela advento do Cinema Novo, a eterna concorrência com o cinema carioca, conflitos com a Embrafilme, nascimento, ascensão e morte do Cinema da Boca a experiência Mazzaropi, o ciclo da pornochanchadas, o Cinema Erótico, a volta por cima através de grandes produtoras, e o “efeito Globo Filmes”.

Tudo contextualizado pela situação histórico-social de cada período estudado, e ricamente ilustrado com trechos dos mais importantes filmes produzidos no Estado.

 


 

Ficção Científica, Uma Odisseia no Cinema

Mais de um século após o pioneiro curta metragem Viagem à Lua, de Georges Méliès, ter encantado as plateias do mundo inteiro, a Ficção Científica continua sendo um dos temas mais fascinantes do cinema.

O Curso propõe uma abordagem objetiva, direta e esclarecedora sobre os diferentes caminhos que o gênero percorreu desde a época dos filmes mudos até os dias de hoje.

Serão abordados os seguintes temas:

ORIGENS

Mesmo sem som, sem cores e com os efeitos especiais mais rudimentares que se possa imaginar, o Cinema explora a Ficção Científica desde os primeiros anos do século 20. O pioneiro do gênero foi Georges Méliès, que encantava as plateias.

Cenários, figurinos, truques, sobreposições de imagens, explosões, foguetes… tudo era criado em cima de um palco e transposto para o filme de forma mágica e fascinante. Exibição e debate de filmes de Méliès.

DESENVOLVIMENTO

Com o final da 2a Guerra, o cinema de ficção científica se politiza ainda mais, e graças ao desenvolvimento dos efeitos conquista cada vez mais o jovem. O “invasor alienígena” passa a ser o “vermelho”, uma representação dos comunistas, dispostos a “invadir” o american way of life. Exibição e debate, entre outros, de trechos de O Dia em que a Terra Parou, de 1951, e da primeira versão de Guerra dos Mundos, de 1953.

GUERRA FRIA e PÚBLICO JOVEM

Com o final da 2a Guerra, o cinema de ficção científica se politiza ainda mais, e graças ao desenvolvimento dos efeitos conquista cada vez mais o jovem. O “invasor alienígena” passa a ser o “vermelho”, uma representação dos comunistas, dispostos a “invadir” o american way of life. Exibição e debate, entre outros, de trechos de O Dia em que a Terra Parou, de 1951, e da primeira versão de Guerra dos Mundos, de 1953.

A CONQUISTA DO ESPAÇO

Nos anos 50 e 60, um dos assuntos mais debatido pela mídia foi a Corrida Espacial. E o cinema de Ficção Científica (bem como os seriados de TV) obviamente se enveredou por esta tendência. Exibição e debate, entre outros, do episódio que deu origem à série Perdidos no Espaço, exibido em 1965. Exibição de trechos de Jornada nas Estrelas, exibido em 1966. Exibição de trechos de dois filmes de Stanley Kubrick que marcaram os rumos da Ficção Científica no cinema: 2001 – Uma Odisseia no Espaço, de 1968, e Laranja Mecânica, de 1971.

O CINEMA ESPETÁCULO E O DECLÍNIO DO IMPÉRIO

Nos anos 70, o Cinema de Ficção Científica se atrela cada vez mais ao espetáculo e ao marketing, tornando o cinema cada vez mais Business. Atualmente, a globalização e o barateamento dos custos fazem com que o cinema de Ficção e os efeitos especiais passem a ser cada vez mais acessíveis a outros países que não os EUA, o que gera uma nova estética para o gênero. Exibição e debate, entre outros, de trechos de dois filmes de 1977 que mudaram os rumos do Cinema: Guerra nas Estrelas, de George Lucas, e Contatos Imediatos de 3o. Grau, de Steven Spielberg. Como contraponto, exibição de trechos da “ficção noir” Blade Runner, de 1982. Exibição, entre outros, de trechos do filme francês O Quinto Elemento, de 1997, e do sul coreano O Hospedeiro, de 2007.

 


 

Desenvolvimento de Olhar e Crítica Cinematográfica.

Há muitas maneiras de ver um filme. Vários olhares, sensibilidades diferenciadas, múltiplas percepções. Muito além de uma primeira e mais óbvia camada de leitura de um filme, as variadas ferramentas disponibilizadas pelo cinema proporcionam inúmeros níveis de leituras, por vezes indiretas e até subliminares, que podem ser dadas por um movimento de câmera, pelas cores, por enquadramentos, montagens ou sonorizações estudadas especificamente para a função dramatúrgica de cada cena. Através da análise dos vários elementos que compõem o filme, o Curso visa tirar o espectador de sua zona de conforto, potencializar a percepção do ato de ver cinema, expandindo a experiência artístico-visual-sensitiva do receptor desta cultura.

O Curso inicia o aluno nas técnicas da Crítica, analisa os aspectos artísticos, comerciais e mercadológicos do Cinema, bem como discute o ferramental jornalístico aplicado à crítica cinematográfica.

Tudo amplamente ilustrado com variados trechos de filmes.

 


 

A Formação da Cultura Paulista e o Sucesso de Mazzaropi

O Curso tem como objetivo fornecer uma visão ampla, panorâmica e contextualizada sobre as origens do povo paulista e a formação da cultura caipira, bem como explanar sobre a atividade cinematográfica do estado de São Paulo em todos os tempos, mostrando como estes fatores foram fundamentais e determinantes para a criação do maior sucesso comercial da história do cinema brasileiro: Amácio Mazzaropi.

Para isso, o Curso aborda São Paulo desde as bases de educação jesuíta com grande influência indígena, passando pelo empreendedorismo feroz do movimento Bandeirantista e pelo enriquecimento rápido proporcionado num primeiro momento pela agricultura cafeeira e posteriormente pela industrialização.

Analisa-se a formação da cultura Caipira, da imigração estrangeira e do grande êxodo rural que a capital viveu a partir da segunda metade do século 20, onde desponta figura de Mazzaropi como contraponto imagético do Jeca advindo da literatura de Monteiro Lobato.

 


 

História do Cinema Brasileiro

Segundo o ator e diretor Paulo José, “Cinema deveria ser tratado como caso de Segurança Nacional”. E mais: “O Brasil faz o melhor cinema brasileiro do mundo”, afirmou.

Como dizem, um país sem cinema é uma casa sem espelhos. Conhecer a História do Cinema Brasileiro é conhecer a própria História do Brasil do século 20, é compreender a si mesmo. É possível traçar os mais diversos panoramas históricos, geográficos, sociais, econômicos e culturais brasileiros através do estudo da nossa produção cinematográfica.

Assim, o Curso contextualiza as diversas manifestações artísticas e mercadológicas da produção cinematográfica do Brasil, em todos os tempos, com cada situação e momento histórico vivido pelo país.

Serão abordados os seguintes temas:

  • O início de tudo, a Era Muda, os primeiros filmes.
  • Experiências esparsas espalhadas por um país gigantesco numa era de comunicação lenta.
  • Os ciclos regionais brasileiros.
  • As utopias possíveis dos grandes estúdios: Cinédia, Atlântida, Maristela, Vera Cruz.
  • O Cinema Independente de Mazzaropi
  • Cinema Novo
  • Cinema da Boca do Lixo
  • Ditadura militar e Pornochanchada.
  • Cinema Erótico e Explícito, Crise.
  • Movimento de Retomada
  • Efeito Globo Filmes
  • Situação e perspectivas atuais.

Tudo amplamente ilustrado com variados trechos de filmes.

 


 

História do Cinema Mundial 

Na História, nada é isolado, nada é por acaso. Por isso, neste Curso a História do Cinema é retratada sempre de forma a relacionar os fatos cinematográficos com o momento histórico de cada época, indicando causas e consequências, e contextualizando histórica e socialmente cada uma das grandes correntes estéticas já vividas pelo Cinema.

Serão abordados os seguintes temas:

  • As primeiras experiências no campo da imagem em movimento. Edison e Lumière.
  • O desenvolvimento dos estúdios franceses como arte e indústria. Méliès e Pathé.
  • Século 20: A conquista do Cinema pelos Estados Unidos.
  • Griffith e o desenvolvimento da linguagem cinematográfica.
  • Expressionismo Alemão.
  • Realismo Soviético.
  • Vanguarda e Surrealismo.
  • A Guerra das Patentes.
  • A formação dos grandes estúdios americanos: Hollywood.
  • A Revolução do Cinema Falado
  • A crise de 1929, o Terror e a “Fábrica de Sonhos”.
  • Atlântida, Vera Cruz, Maristela e Multifilmes.
  • Film Noir.
  • A II Guerra e o fortalecimento do cinema.
  • A Era de Ouro.
  • O Cinema Novo, o Cinema na Boca e a Embrafilme.
  • Realismo Poético Francês.
  • Neo-Realismo Italiano.
  • Nouvelle Vague Francesa.
  • A concorrência da televisão e o declínio dos grandes estúdios.
  • A nova realidade de produção.
  • Anos 60: o mundo muda de comportamento e o Cinema acompanha.
  • O Cinema-Evento: Espetáculo, Efeitos e Marketing.
  • Retomada do Cinema Brasileiro
  • Novas cinematografias emergentes: Manifesto Dogma, Irã, Oriente.
  • Tendências atuais.
  • A Era Digital

Tudo amplamente ilustrado com variados trechos de filmes.

 


 

Palestra - Por que Critica e Publico nunca se entendem?

A Palestra elucida os fatores que levam a crítica e o público de cinema a pensarem de maneiras antagônicas. É comum ouvirmos expressões como “Se a crítica falou que é ruim, eu vou ver o filme”.

Para explicar por que isso acontece, a Palestra explica o funcionamento do mercado de cinema, o papel da crítica, analisa antigos vícios de comportamento de público e crítica, e disseca as funções jornalísticas da crítica brasileira.

Estimula-se, desta forma, o pensamento cinematográfico por parte do frequentador de cinema, através de uma pergunta provocativa que certamente encontrará eco em boa parte do público cinéfilo.

 


 

CELSO SABADIN

Graduado em Jornalismo pela Fundação Cásper Líbero e em Propaganda pela Escola Superior de Propaganda e Marketing, Celso Sabadin desenvolve uma intensa atividade profissional na área do audiovisual desde 1979. Tal atividade é dividida em quatro áreas: Jornalismo, Ensino e Atividades Acadêmicas, Curadoria, Direção e Roteiro para Cinema.

 

Jornalismo

Como jornalista e crítico de cinema, seus textos são atualmente publicados todos os dias nos portais Planeta Tela, mensalmente no Jornal da ABI – Associação Brasileira de Imprensa, e bimestralmente na Revista de Cinema.
Atuou em vários, entre eles Rádio CBN, Rádio Eldorado, Folha da Tarde, Jornal do Vídeo, revistas Cláudia, Vídeo Mercado, Afinal, e portal Cineclick. Produziu, roteirizou e apresentou programas sobre trilhas sonoras nas rádios USP, Brasil 2000 e 89FM.
Foi apresentador, roteirista e crítico de cinema na Rede Bandeirantes de Televisão, Rádio Bandeirantes, Band News, Canal 21, TV Gazeta e TV Cultura.
Realizou e continua realizando a cobertura jornalística de festivais de cinema em todo o Brasil. Presta também serviços de Assessoria de Imprensa para lançamentos de filmes brasileiros e Festivais de Audiovisual.

 

Ensino e Atividades Acadêmicas

Como professor, ministra cursos livres na rede de Oficinas Culturais da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo, e na rede de bibliotecas públicas do Município de São Paulo. Ministra também palestras e oficinas de audiovisual em diversos festivais de cinema pelo Brasil, onde atua também como mediador de debates entre cineastas e jornalistas.
É autor dos livros “Vocês Ainda Não Ouviram Nada – A Barulhenta História do Cinema Mudo”, “Éramos Apenas Paulistas”, biografia do cineasta Francisco Ramalho Jr. e “O Cinema como Ofício”, biografia do cineasta Jeremias Moreira.
Atualmente prepara seu quarto livro, sobre a obra de Amácio Mazzaropi.

 

Curadoria

Realizou a produção e a Curadoria da Mostra Cine Santander España, na Cinemateca Brasileira, do 1o. Festival Cinema do Coração, e dos Festivais Alatur de Cinema e Turismo.
Foi curador do BRAFFTv – Brazilian Film Festival of Toronto.
Seu trabalho mais recente foi a curadoria da Mostra Eduardo Coutinho dentro do Festival de Cinema de Anápolis, em maio de 2014.

 

Direção e Roteiro para Cinema

Como cineasta, roteirizou e dirigiu o longa metragem “Mazzaropi”, lançado em 2013, e roteirizou o curta “Nem Isso”, a partir da obra de Luís Fernando Veríssimo, a ser lançado em 2014.
Corroteirizou e codirigiu o seriado de 6 episódios “Mazzaropi, Uma Série de Causos”, coproduzido e exibido no Canal Brasil.
É sócio-fundador da Abraccine – Associação Brasileira de Críticos de Cinema.

 


 

Contatos com:
Carolina Bressane
carolinabressane@planetatela.com.br
11 – 99234-4570