20o. FEST ARUANDA CONSAGRA “CYCLONE”.

Na noite de 10 de dezembro, o festival encerrou em grande estilo com a homenagem ao poeta e músico Geraldo Vandré, celebrando seus 90 anos de vida.

 

Entre os dias 03 e 10 de dezembro de 2025, João Pessoa foi palco da 20ª edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro, que celebrou nove dias intensos de cinema, música, literatura e homenagens, consolidando-se como um dos maiores festivais culturais do país.

O Banco do Nordeste anunciou, durante o encerramento do 20° Fest Aruanda em João Pessoa, o lançamento do Prêmio Banco do Nordeste Cultural de Cinema, iniciativa que marca um novo investimento no fortalecimento do audiovisual regional. A premiação contemplará curtas e longas de ficção em festivais realizados nos 11 estados da área de atuação da instituição, o chamado “Nordeste Expandido”, que inclui também parte de Minas Gerais e Espírito Santo. O projeto prevê a seleção de 88 filmes para circulação em pelo menos 50 municípios, reforçando a presença da cultura como vetor estratégico de desenvolvimento regional e ampliando o alcance das produções locais.

Além de reconhecer obras que atendam a critérios de valorização da produção regional — como equipe majoritariamente local e filmagem no estado sede do festival — o Banco do Nordeste garantirá a inclusão dos premiados em um catálogo audiovisual próprio, com direitos de exibição contratados por tempo determinado. A iniciativa também prevê bonificações para estimular novas produções e apoiar equipes locais, consolidando parcerias com festivais de relevância e impacto cultural. Dessa forma, o BNB reafirma seu compromisso com o setor, ampliando o público e fortalecendo redes criativas no audiovisual nordestino.

Fest Aruanda 20ª edição reafirmou sua importância como espaço de celebração da cultura brasileira, reunindo artistas, estudantes, pesquisadores e o público em torno da força transformadora do cinema e da arte.

CONFIRA A PREMIAÇÃO:

Mostra Sob o Céu Nordestino

 

O júri Sob o Céu Nordestino foi formado pelo jornalista Marco Túlio de Alencar, a atriz Hermila Guedes e a cineasta Susanna Lira.

 

Curtas:

 

Melhor Roteiro: Ana Calline, por Boi no Mato

Melhor Trilha Sonora: Arthur Cabruêra, por Boi no Mato

Melhor Som: Giancarlo Galdino, por Colmeia

Melhor Edição: Oscar Araújo, por Colmeia

Melhor Direção de Arte: Carlos Mosca, por Cantilena

Melhor Figurino: Carlos Mosca, por Cantilena

Melhor Fotografia: Diego Pontes, por Cantilena

Melhor Ator: Guilherme Hélio, por Cantilena

Melhor Atriz: Dany Barbosa, por Valéria di Roma

Melhor Direção: Ana Calline, por Boi no Mato

Melhor curta paraibano segundo o júri popular: No compasso do coração, de Ary Régis Lima

Troféu Rodrigo Rocha/Cagepa de Melhor Curta Paraibano: Cantilena, de Dhiones do Congo

 

Troféu Aruanda de Longas-Metragens (Sob o Céu Nordestino)

Melhor Roteiro: André Morais, por Malaika

Melhor Som: Nicolau Domingues, por Malaika

Melhor Edição: Frederico Benevides, por Batguano Returns – Roben na estrada

Melhor Trilha Sonora: Pedro Souza e Silva, por Batguano

Melhor Direção de Arte: Yuri Fechner e F.Nosferatu, por Batguano Returns

Melhor Figurino: Duda Carvalho, por Batguano

Melhor Fotografia: João Carlos Beltrão, por Malaika

Melhor Ator: Tavinho Teixeira, por Batguano Returns

Menção honrosa para Erik Breno, de Outono em Gothan City

Melhor Ator coadjuvante: Gilmar Albuquerque, por Outono em Gothan City

Melhor Atriz: Norma Góes, por Malaika

Menção honrosa para Vitória Bianco, de Malaika

Melhor Atriz ou coadjuvante: Edna França, por Outono em Gothan City

Melhor Direção: Tavinho Teixeira e Frederico Benevides, por Batguano Returns

Melhor longa paraibano segundo o júri popular: Malaika, de André Morais

Troféu Aruanda/Cagepa Melhor Longa Sob o Céu Nordestino: Batguano Returns

 

JÚRI NACIONAL

O júri nacional foi formado pelo ator Caco Ciocler e os jornalistas Fernando Morais e Simone Zuccolotto.

 

Curtas:

 

Melhor Som: Janaína Lacerda, por A Nave Que Nunca Pousa

Melhor Roteiro: Jaime Guimarães, por A Nave Que Nunca Pousa

Melhor Trilha Sonora: Guile Martins, por Vulkan

Direção de Arte: Rosana Urbes, por Safo

Melhor Figurino: Ana Avelar, por Samba Infinito

Melhor Edição: Lobo Mauro, por Samba Infinito

Melhor Fotografia: Sebastián Cantillo, por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero

Melhor Ator: Luiz Carlos Vasconcelos por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero

Melhor Atriz: Ingrid Trigueiro por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero

Melhor Direção: Rodolpho de Barros por A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero

Melhor curta nacional segundo o júri popular: A arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero

Melhor Filme: A Arte de Morrer ou Marta Díptero Braquícero

 

Longas:

 

Melhor Som: Ricardo Reis, por Cyclone

Melhor Trilha Sonora: Nina Maia, Chica Barreto e Kassin, por Cyclone

Direção de Arte: Ana Paula Cardoso, por Cyclone

Melhor Figurino: Gabriela Marra, por Cyclone

Melhor Fotografia: Luciana Baseggio, por Ato Noturno

Melhor Roteiro: Filipe Matzembacher e Marcio Reolon, por Ato Noturno

Melhor Edição: André Finotti, por Honestino

Melhor Atriz Coadjuvante: Fabíola Morais por Corpo da Paz

Melhor Ator Coadjuvante: Alex Oliveira por Corpo da Paz

Melhor Ator: Gabriel Faryas por Ato Noturno

Melhor Atriz: Luiza Mariani por Cyclone

Melhor Direção: Torquato Joel por Corpo da Paz

Melhor longa nacional segundo o júri popular: Honestino, de Aurélio Michiles

Melhor Filme: Cyclone, de Flávia Castro

 

 

Prêmio Abraccine

 

O júri Abraccine foi formado pelos críticos Amanda Aouad, Hipólito Lucena e Renato Félix. (CHAMA O JÚRI AO PALCO PARA ANUNCIAR VENCEDOR)

 

–      Curta: A arte de morrer ou Marta Díptero Braquícero, de Rodolpho de Barros

–      Longa: Honestino, de Aurélio Michiles

 

Prêmio Vladimir Carvalho

 

O Prêmio Vladimir Carvalho foi criado em 2024 com a intenção de homenagear o documentarista paraibano, morto naquele ano. A ideia foi prontamente abraçada pela Empresa Paraibana de Comunicação (EPC), que montou um júri com seus principais jornalistas da área de cultura. O troféu Aruanda/EPC Vladimir Carvalho é concedido ao melhor documentário do festival, como uma forma de continuar homenageando o legado deste grande documentarista. O júri foi formado pelos jornalistas da EPC – Empresa Paraibana de Comunicação André Cananéa, Audaci Júnior e Renato Félix.

 

VENCEDOR: Honestino, de Aurélio Michiles

 

Premiação internacional – Mostra Quatro Cantos do Mundo

 

O Júri da premiação internacional foi composto pelo realizador e artista visual

João Lobo, o professor Sérgio Rodrigo e a produtora Bruna Alves Lobo.

 

Troféu Aruanda Melhor Roteiro Internacional

Lena Strohmaier, por THE FOOL – Academia de Cinema Franco Alemã

 

Troféu Aruanda Melhor Fotografia Internacional

André Encarnação, por CAIO – Universidade Lusófona, Portugal

 

Troféu Aruanda Melhor Ator Internacional

João Nunes Monteiro, por CAIO

 

Troféu Aruanda Melhor Atriz Internacional

SOURIA ADÈLE, por Kavalyé o Dam

 

Troféu Aruanda Especial – Melhor Animação Internacional

MÃE DA MANHÃ, de Clara Trevisan – Universidade Lusófona, Portugal

 

Menção honrosa animação

Red Cicada (Cigarra Vermelha), de de Wang Yini e Li Yang – Universidade de Comunicação da China

 

Troféu Aruanda Melhor Direção Internacional

DUY DO, por Ga Lavabo – Universidade de San Diego

 

Menção honrosa Direção

MARGARIDA KALINICHENKO E VASCO SOUTO, por Um Adeus

a Baco – Universidade Lusófona, Portugal

 

Troféu Aruanda Melhor Curta-Metragem Mostra Internacional

KAVALYÉ O DAM, de Sacha Teboul – Academia de Cinema Franco Alemã

 

Menção honrosa curta metragem

PETER – Universidade de San Diego

___________________________________________________________

Categorias de TV Universitária e independentes

O júri foi formado pela professora Clara Câmara e os realizadores Sérgio Silveira e Ana Dinniz

 

DOCUMENTÁRIO DE TV

VENCEDOR: Raízes do Mangue, de Charlotte – TV Unifor

Menção honrosa: Horizonte Magüta: a educação Tikuna, de Rodrigo Gomes e Raíssa Ferreira (2023, Brasília – DF, Documentário, 19 min, Universidade de Brasília)

Justificativa: Por sua estrutura consistente, excelente seleção de depoimentos e organização narrativa. O filme evidencia, com clareza técnica, a resistência frente à invasão cultural branca, consolidando sua relevância temática.

 

REPORTAGEM

VENCEDOR: Render-CE valoriza arte de artesãs de Aracati em parceria com alunos, de Ana Beatriz Casseb – TV Unifor

Menção honrosa: Acompanhe o XXV Festival Marco Vivo de Yburana, de Max Eluard – TV Unifor

Justificativa: Por honrar o tema de forma clara e respeitosa, evidenciando a conquista da demarcação física do território e a interação com o público externo.

 

PROGRAMAS DE TV

VENCEDOR: Movimento 085, de Ana Beatriz Casseb e Enzo Bezerra – TV Unifor

 

Menção honrosa: ABCD UNIDUNITÊ, de Valeska Picado – TV UFPB

Justificativa: Por sua proposta relevante e produção excepcional.

 

INTERPROGRAMA

VENCEDOR: Lápis cor de quem?, de Vinicius Pires – TV Unifor

Menção honrosa: 4 – Cena Potiguar Memorias – Dona Militana, de Rosalia Figueirêdo – TV UFRN

Justificativa: Por seu relato forte, sensível e de grande relevância cultural.

 

Categoria Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)

VENCEDOR: Hipocondríaco, de Paulo Roberto

 

VIDEOCLIPE

VENCEDOR: O Pássaro de Fogo, de Yuri da Costa

Menção honrosa: Tambaba Corpo E Miragem, de Pedro Anisio

Justificativa: Por sua excepcional montagem; além dos destaques para fotografia, edição e narrativa sonora.

 

CALEIDOSCÓPIO Universitário

VENCEDOR: Tire a Mão, de Carol Cavalcanti e Jhofelix

Serviço:

20ª Edição do Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro

Data: De 03 a 10/12 de 2025

Informações: www.festaruanda.com.br e

instagram @festaruanda

Local: Cinépolis (Manaíra Shopping)